Aluno busca financiamento coletivo para livro

projeto2Maurício Fernandes, formado em 1992, está organizando financiamento coletivo para publicar o livro infantil chamado Afonso e a cabeça do Robô Gigante. A história trata de um menino que ajuda um robô a salvar um planeta.

A ideia surgiu a partir de filhos de amigos e de seus sobrinhos. Observando-os, Maurício percebeu que as crianças hoje em dia tem contato com assuntos mais complexos do que quando ele era pequeno. Além disso, ele viu que games e filmes abordam muitos temas de ficção científica e fantasia, enquanto livros, em sua maioria, seguem um padrão muito mais voltado ao conteúdo pedagógico sem dar o devido valor ao entretenimento.

“Não que a didática deva ser deixado de lado, mas a melhor forma de aprender algo é se divertindo no processo”, declarou o escritor. “O livro que escrevi parte de uma premissa: dialogar tanto com as crianças que já têm vontade de ler quanto com aquelas que veem a leitura como uma atividade enfadonha, usando assuntos e tipos de personagens com os quais os pequenos já têm afinidade, para atraí-los”, acrescentou.

Como roteirista, Maurício conta que o processo de produção do livro não apresentou maiores dificuldades. Seu desafio principal foi elaborá-lo inteiramente por meio de rimas, para proporcionar maior diversão para as crianças na hora da leitura. “Muitas crianças ficam curiosas ao se depararem com os versos rimados pois estes não representam o modo coloquial de se falar”, afirmou. Além disso, o autor se preocupou em adicionar palavras de dificuldade fácil, média e difícil para acostumar as crianças a palavras diferentes, sem tornar o livro difícil demais.

Para obter mais informações e apoiar o projeto entre aqui. Maurício também escreve um blog sobre roteiros e roteiristas que pode ser acessado clicando aqui.

Aluno lança livro sobre Negociação e Direito

Pedro Ramunno, formado em 2008, lançou o livro Negociação e Direito pela editora Saraiva. O lançamento aconteceu na livraria Saraiva do Shopping Pátio Paulista.

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O aluno conta que a ideia para escrever o livro surgiu de uma competição de mediação que ele participou durante o segundo ano da faculdade de Direito (USP – São Francisco), promovida pela International Chamber of Commerce (ICC), em Paris. Isso demandou muito estudo e prática sobre o tema de negociações. Pedro participou do evento com apoio do Bandeirantes.

Ao retornar, ele começou a ministrar cursos e palestras sobre negociação, sendo que sua primeira experiência nessa área foi com os estudantes de Humanas, em uma palestra organizada para o projeto ICONS (International Communication and Negotiation Simulations). Experiências como essa fizeram com que um vasto material sobre o assunto fosse produzido, originando livro recém publicado. Vale destacar que a publicação do livro foi, inclusive, incentivada por alguns professores do Colégio.

“Foi um processo que demandou paciência e persistência”, afirmou Pedro, até o livro ser aprovado e publicado pela editora Saraiva. Para ele, a publicação foi não só uma conquista profissional, como pessoal também. “Foi uma questão de levar um projeto meu até o final”, comentou. Ainda sobre a publicação, o aluno ressaltou o estímulo do Band ao empreendedorismo durante a formação, aspecto considerado por ele importante no momento de escrever um livro.

Aluno organiza financiamento coletivo para estudar fora

O aluno Marcos Elias Schwartz, formado em 2014, organizou um crowdfunding junto com outros 25 estudantes para conseguir apoio financeiro para estudar nos Estados Unidos. O projeto se chama “Aprenda lá, da cá” e tem como objetivo fazer possível o sonho desses jovens de estudar fora, para que depois eles possam voltar e trazer contribuições para o Brasil.

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Inspirado por outras campanhas de financiamento lançadas frequentemente por estudantes que desejam apoio para ir para uma Universidade Americana, Marcos resolveu unir-se aos colegas do programa Personal Prep Scholars da Fundação Estudar e criar um grande crowdfunding. “Conversei com algumas pessoas e todos nós achamos que um financiamento em grupo seria muito mais vantajoso não só para a gente, mas também para os contribuidores. Nós ganharíamos com a união de forças e com a criação de um grupo com muitos talentos e os contribuidores ganham com recompensas melhores”, declarou o aluno.

Ainda como objetivo da campanha, eles pretendem tratar com maior naturalidade a atitude de estudar fora e proporcionar o entendimento de porque essa opção vem sido crescente entre os estudantes brasileiros. Também, a ideia do projeto é de conectar alunos que estão representando o país nas grandes universidades dos Estados Unidos e pessoas que estão aqui e contribuíram com a campanha.

“Para nós é importante também que as pessoas entendam que nos ajudar não é uma ação sem retorno para ninguém além de nós (independentemente das contrapartidas), já que pretendemos voltar para o Brasil para fazer a diferença aqui e na vida de muitas pessoas”, comentou Marcos. “É o que o próprio nome da campanha diz: buscamos nos capacitar lá, nos EUA, da melhor forma possível para trazer impactar e beneficiar cá, o Brasil”, finalizou.

Para obter mais informações sobre o “Aprenda lá, da cá” e apoiar a campanha clique aqui.

O projeto também foi destaque no Estadão em reportagem, que pode ser conferida aqui.

Aluna conquista licença de Odontologia em Nova York

A aluna Heloisa Terra, formada em 1984, terminou os requerimentos necessários para emissão da licença para trabalhar como dentista no estado de Nova York, um dos mais rigorosos dos Estados Unidos. Heloisa completou a graduação no Brasil, e estava fazendo os créditos de mestrado e doutorado quando foi aceita na Columbia University (NY, Estados Unidos).  Se formou pela Columbia e se tornou dentista nos Estados Unidos.

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Mas como cada estado americano tem uma lei e requerimentos diferentes para a emissão da licença na área da saúde, Heloisa ainda não havia completado os requisitos para exercer a profissão em Nova York. Assim, ela entrou em uma “Postdoctoral Fellowship” da Columbia University em parceria com o  New York Presbyterian Hospital para completar a educação necessária.

Para se ter uma ideia do rigor, o estado de Nova York exige 60 créditos de educação anterior em Química Geral e Orgânica, Biologia, Zoologia e Física. “Esse requerimento educacional é, sem dúvida, um obstáculo e, ao mesmo tempo, um diferencial especialmente para alunos internacionais nos Estados Unidos”, afirmou.

Para ela, o Bandeirantes proporcionou não só uma educação formal, mas também pessoal, em termos éticos e morais. O professor Olavo de Amorim, coordenador de Inglês e Assuntos Internacionais escreveu e emitiu uma carta diretamente para o Departamento de Educação e Licença do Estado de Nova York. “Mesmo com o horário cheio de trabalho, o Prof. Olavo me recebeu. Sem dúvida, foi uma das melhores experiências e conversas como aluna depois de tantos anos”, declarou.

Sobre a importância do Bandeirantes na sua formação, a aluna contou: “Percebi que o Colégio está sempre a frente e tem muito cuidado com o aprendizado para que cada aluno possa estar preparado para todas as oportunidades”.

“Ser formada no Bandeirantes é uma honra. Tenho certeza que todos os formados carregam para sempre, com muito orgulho, o nome do Colégio”. Sobre o futuro profissional, Heloisa acredita que não existem limites se aceitamos as mudanças, desafiamos as dificuldades e estamos dispostos a aprender a cada dia.