Por trás das câmeras: Victória Marino em Los Angeles

Formada em 2011, Victória Marino saiu do Band para conquistar o mundo através dos bastidores das telonas do cinema. A aluna cursou cinema na Tisch School of the Arts at New York University e, atualmente, mora em Los Angeles onde trabalha como coordenadora de produção.

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Seu trabalho consiste num dos maiores pilares de qualquer filmagem: sem a organização de equipes, locações e infraestrutura a execução se torna simplesmente impossível. “A produção não é a parte mais glamorosa do cinema, mas gosto. É a base para que qualquer produção aconteça. Desde o primeiro orçamento, tenho que saber de tudo que será necessário para fazer a produção virar realidade”, disse ela.

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Entre seus trabalhos destacam-se o filme “Não se aceitam devoluções” com Leando Hassum, o programa do Discovery Chanel “The Wheel” e o programa da MTV “Catfish Brasil”.  Apenas com 23 anos de idade, ela já é parte essencial para grandes projetos. “Gosto muito do que faço e quero apenas aprender mais”, garante Victória.

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Ela conta que o Band, além de ter dado a base para as provas necessárias, também a ensinou a ser determinada. “Aprendi a não ter medo de sonhar o mais alto possível e a não me contentar com pouco. O Band está atrelado ao meu crescimento pessoal e foi lá que fiz minhas melhores amizades. Sem o Colégio nunca poderia ter tido a experiência única de morar fora, que foi incrível para mim”, concluiu ela.

Pedro Ramunno: do Band à coordenadoria da FGV

Mestre em direito comercial pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, Pedro Ramunno, formado no Band em 2008, juntou à sua carreira mais uma conquista: hoje ele é coordenador do curso de Compliance do PEC-FGV (Programa de Educação Continuada da Fundação Getúlio Vargas). Além disso, o aluno é sócio do escritório Ramunno Alcalde Advogados.

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Conciliando as atividades no escritório com a vida de professor, Pedro afirma que sempre se sentiu muito bem ao dar e preparar aulas. “É algo que me dá muito prazer e quando encontramos algo que nos faz feliz, é difícil desapegar”, contou ele. O aluno explica que, em sua nova função, há o desafio  de garantir um bom aprendizado ao alunos. Apesar de ter apenas 25 anos, com dedicação, ele garante que as barreiras em relação à sua idade ficam cada vez menores.

Ele destaca que o Band, por ser um espaço que favorece as iniciativas dos alunos, foi essencial para o desenvolvimento de algumas de suas competências empreendedoras. “O Band sempre foi uma escola que me deu asas”, comentou ele. Alguns projetos dos quais participou durante os tempos do Colégio foram pontos decisivos em sua escolha de carreira. “Aprendi a expor ideias e me expressar, consequentemente acabei optando por Direito. Hoje adoro o que faço”, contou ele.

Além disso, foi entre os tijolinhos do Band que Pedro realizou sua primeira palestra na qual conversou com aluno do Colégio sobre negociação. Foi a partir dela que foi escrito o livro “Negociações e direito – Proposições”, publicado em 2015. “Após a conversa, alguns professores do Band disseram que aquele material daria um livro e deu”, comentou ele.

“Como tudo na vida temos professores que nos inspiram. Assim, tanto na faculdade como no Band tive mestres que me inspiram até hoje em minhas aulas”, concluiu Pedro.