Aluna conquista licença de Odontologia em Nova York

A aluna Heloisa Terra, formada em 1984, terminou os requerimentos necessários para emissão da licença para trabalhar como dentista no estado de Nova York, um dos mais rigorosos dos Estados Unidos. Heloisa completou a graduação no Brasil, e estava fazendo os créditos de mestrado e doutorado quando foi aceita na Columbia University (NY, Estados Unidos).  Se formou pela Columbia e se tornou dentista nos Estados Unidos.

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Mas como cada estado americano tem uma lei e requerimentos diferentes para a emissão da licença na área da saúde, Heloisa ainda não havia completado os requisitos para exercer a profissão em Nova York. Assim, ela entrou em uma “Postdoctoral Fellowship” da Columbia University em parceria com o  New York Presbyterian Hospital para completar a educação necessária.

Para se ter uma ideia do rigor, o estado de Nova York exige 60 créditos de educação anterior em Química Geral e Orgânica, Biologia, Zoologia e Física. “Esse requerimento educacional é, sem dúvida, um obstáculo e, ao mesmo tempo, um diferencial especialmente para alunos internacionais nos Estados Unidos”, afirmou.

Para ela, o Bandeirantes proporcionou não só uma educação formal, mas também pessoal, em termos éticos e morais. O professor Olavo de Amorim, coordenador de Inglês e Assuntos Internacionais escreveu e emitiu uma carta diretamente para o Departamento de Educação e Licença do Estado de Nova York. “Mesmo com o horário cheio de trabalho, o Prof. Olavo me recebeu. Sem dúvida, foi uma das melhores experiências e conversas como aluna depois de tantos anos”, declarou.

Sobre a importância do Bandeirantes na sua formação, a aluna contou: “Percebi que o Colégio está sempre a frente e tem muito cuidado com o aprendizado para que cada aluno possa estar preparado para todas as oportunidades”.

“Ser formada no Bandeirantes é uma honra. Tenho certeza que todos os formados carregam para sempre, com muito orgulho, o nome do Colégio”. Sobre o futuro profissional, Heloisa acredita que não existem limites se aceitamos as mudanças, desafiamos as dificuldades e estamos dispostos a aprender a cada dia.

Aluna é selecionada para o atelier do Festival de Cinema de Cannes

Paula Un Mi Kim, formada em 2000, foi a primeira brasileira selecionada para o atelier do Festival de Cannes, pelo roteiro de Diário de Viagem. O filme será seu primeiro longa metragem; a produção será feita por Diana Almeida (“Hoje eu quero voltar sozinho”).

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Graduada em Audiovisual na Escola de Comunicação e Artes da USP, e mestra em direção de filmes na Coréia do Sul, Paula conta que a ideia para o longa surgiu ainda quando estava na faculdade, cursando a  disciplina de roteiro. “Eu levei esse programa de aulas bem a sério, fiz uma pastinha, guardei tudo”, relatou.

Cinco anos e um mestrado depois, ela decidiu levar os projetos pessoais a diante e escreveu o argumento de “Diário de Viagem” (“Butterfly Diaries”) e o enviou para editais nacionais e internacionais. Após um ano, ela ganhou um prêmio de Copatrocínio ao desenvolvimento de projeto de filmes de longa metragem de ficção da Secretaria Municipal de cultura. Com isso, conseguiu ficar por oito meses estruturando a narrativa até chegar a primeira versão do filme.

Sobre as suas expectativas para o Festival de Cannes, Paula afirmou: “Eu e a produtora executiva Diana Almeida queremos encontrar parceiros europeus, pensando não apenas em coprodução mas também em distribuição, que é uma coisa que pode ajudar bem o financiamento do filme”. E ainda completou: “Para quem trabalha na área, não poderia estar em lugar melhor nessa fase”.

Em relação ao papel do Band na sua conquista, a aluna ressaltou a mentalidade de que é preciso se esforçar para alcançar algum objetivo. “Eu acho que a formação no Band me marcou no sentido de insistir nas coisas e ter uma determinada postura em relação ao trabalho e à maneira de realizá-lo”.

Aluno é aprovado na University of Hawaii

Victor De Simone, formado em 2014, foi admitido na University of Hawaii e cursará Biologia Marinha nos próximos anos. Victor é filho do Sub Coordenador de Educação Física e Esportes do Band, Prof. Carlos Alberto De Simone.

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Victor com o seu pai Prof. De Simone

O aluno também aplicou para Duke, Harvard, Brown e Auburn, mas mesmo se passar em alguma dessas, ele ainda prefere a faculdade havaiana. “A Universidade é fora de série, e acho que não há nenhum lugar como o Havaí para se formar em Biologia Marinha”, declarou.

“É uma das melhores escolhas que ele poderia fazer em função da qualidade do curso, considerando a parte acadêmica e de pesquisas”, explicou o professor Olavo Amorim, Coordenador de Língua de Inglesa e Assuntos Internacionais. “O Victor é o primeiro do Band a ser aprovado na University of Hawaii. Nunca tiveram alunos que aplicaram para lá antes, ninguém tinha demonstrado interesse na área de Biologia Marinha”.

O fator que estimulou o estudante a desejar a Universidade nos Estados Unidos foi ter feito parte do programa MLAB, no qual o aluno recebe um mentor que estuda em Harvard. “Foi através dele que eu comecei a pensar em estudar fora”, disse Victor.

Já para conquistar o feito, ele conta que ter estudado no Bandeirantes teve grande importância. “Sem o Band eu nunca teria feito parte do MLAB, não teria a formação acadêmica que me deu base para os exames e não teria tido os excelentes professores que me apoiaram muito (em especial o Olavo, o Sabo, o João Rodrigo e o D’Addio). Eu acho que o que você quiser ser no futuro, o Colégio te dá condições para realizar”.

Aluno é admitido na Foothill College

foothill_danielDaniel Han, formado em 2014, foi aceito na Foothill College em Los Altos Hills, na Califórnia (EUA). O aluno começará seus estudos de Engenharia na faculdade no início de abril.

Ele contou que sempre teve o sonho de estudar fora, mas não estava certo se teria chances. Assim, decidiu conversar com o Prof. Olavo Amorim, Coordenador de Língua Inglesa a Assuntos Internacionais. Ele então, foi informado sobre as community colleges, onde o aluno estuda por dois anos e depois pede transferência para cursar o 3º e 4º ano em outra universidade maior, como Stanford, por exemplo.

“Exigência de aceitação é diferente, o aluno não precisa fazer SAT, mas precisa provar que tem um bom Inglês e claro, um desempenho acadêmico satisfatório”, declarou o professor, “No entanto, vale ressaltar que a community college não é de menor importância. Ao contrário, ela existe exatamente para pavimentar o caminho de um aluno que ainda tem suas indecisões. A Foothill é uma escola de enorme prestígio e muito reconhecimento nas universidades americanas”.

Para Daniel, o mais importante para conseguir a aprovação foi o apoio dos mestres. “Muitos dos nossos queridos professores acreditavam que, com esforço e dedicação, todos eram capazes de entrar em boas universidades.” E ainda acrescentou: “Queria agradecer especialmente ao professor Ricardo Sabo, ele deu a mim e a minha sala uma grande motivação, que fez todos criarem autoconfiança para atingirem suas metas.”

O aluno ainda não sabe para qual universidade pedirá transferência e usará esses dois anos para conhecer melhor as suas possibilidades.

Aluno dedica-se ao trabalho na rede Dr. Consulta

VitorFormado em 2002 no Band, o aluno Vitor Gornati trabalha na rede de consultas médicas popular Dr. Consulta. Trata-se de conjunto de clínicas particulares voltadas para as classes C e D. O valor do atendimento para quase todas não ultrapassa oitenta reais.

Entre os atendimentos, por exemplo, um hemograma sai por dez reais e um raio X, a partir de vinte e cinco reais. Apesar dos baixos preços, o atendimento é de alto nível já que as pessoas são atendidas por profissionais formados nas melhores faculdades do país.

Almejando a Medicina desde a pré-adolescência, Vitor estudou na USP e se especializou em Cirurgia Vascular e Endovascular. “Foi durante o ensino médio no Band que amadureci a ideia de prestar o vestibular para Medicina, especialmente ao escolher a área de Biológicas”, explicou.

Victor conheceu os idealizadores do projeto Dr. Consulta e decidiu unir-se ao projeto. Hoje, trabalha em uma das diversas unidades existentes em São Paulo. Ele explicou que, durante o período de residência no Hospital das Clínicas, se incomodou comas falhas do SUS.

“A ideia de suprir essas falhas através do atendimento de qualidade para pacientes da periferia, por um preço que não fosse caro como um convênio, sem espera e com alta resolutividade, me cativou na hora”, contou.

Confira também uma reportagem na revista Veja sobre esta rede de consultas médicas popular, clicando aqui.